Descrição
ESCAPULARIO OLHO GREGO MADREPEROLA NATURAL e MAO de FATIMA, Prata 925, 60cm. Fabricação própria - 61053420
METAL: PRATA 925 maciça.
OLHO GREGO( altura total ): Madrepérola natural 15 mm.
MÃO DE FATIMA: altura total 36 mm / largura: 28 mm
COMPRIMENTO da corrente: 60 cm
PESO MÉDIO: 9,5 gramas
Peça exclusiva e criada por Flávio Crestana.
Fornecemos garantia de entrega, certificado de garantia e autenticidade, nota fiscal e embalagem para presente.
Nazar ou Pedra contra o mau-olhado também chamada "olho turco" (em turco: nazar boncugu) ou "olho grego". È um amuleto que se destina a proteger contra o mau-olhado, sendo muito comum na Turquia, onde é onipresente em escritórios e residências, em jóias (inclusive para bebês), em veículos, portas, cavalos e até em telefones celulares. É geralmente visto como um ornamento de vidro pendurado, também é usado como um colar ou uma pulseira. O olho grego existe há muito tempo, e era utilizado em rituais da religião islâmica, mas também foi adotado pelos católicos há muitos anos. O símbolo também é muito encontrado em países árabes, como Grécia, Irã e Armênia, entre outros. Acredita-se que o olho grego tem o poder de absorver energias negativas, além de proteger a pessoa da inveja. Normalmente é feito de vidro, com a cor azul. O olho também pode simbolizar o olhar de Deus que ilumina e protege as pessoas, além de transmitir a paz
A chamsá (árabe: chamsa – literalmente “cinco”, referindo-se aos cinco dedos da mão) é um talismã com a aparência da palma da mão com cinco dedos estendidos, usado por praticantes do Judaísmo e do Islamismo como um amuleto contra mau-olhado. Também é conhecida pelos nomes hamsá, mão de Deus, mão de Fátima, olho de Fátima, mão de Míriam ou mão de Hamesh.
Existem evidências aqueológicas do uso da hamsá como um escudo contra o mau-olhado já antes do Judaísmo e do Islamismo. Há indícios de que a hamsá seria um símbolo fenício, associado a Tanit, deusa-chefe de Cartago cuja mão ou vulva afastava o mal. Posteriormente, o símbolo foi adotado pela cultura árabe, que o passou para os judeus. A chamsa também aparece no Budismo, é chamada de Abhaya Mudra e possui conotação semelhante à descrita, significando a dissipação do medo.
Atualmente, defensores da paz no Oriente Médio têm usado a Chamsá. O símbolo lembraria as raízes comuns do judaísmo e do islamismo. Nesse caso, não seria mais um talismã contra o mau-olhado, mas um símbolo de esperança de paz na conturbada região.